Um Deus “moldado” por mim
Textos: (Tg.1:17)
Imutabilidade: Deus é imutável no Seu ser, nas Suas perfeições, nos
Seus propósitos e nas Suas promessas. Deus não pode mudar porque é eterno e
perfeito.;
Ilustração: um sanduíche ou um
restaurante self-service.
Nós temos servido a Deus de acordo com o nosso
querer, temos submetido Deus a nossa vontade. Ele é imutável, os princípios já
estão estabelecidos, se não nos submetemos em plenitude estamos vivendo um
falso evangelho.
Veremos
a seguir algumas verdades sobre Deus, onde implica que Deus não é um Deus
moldável:
1ª) Deus nos perdoa
quando nos arrependemos de verdade e de fato: Esse arrependimento
genuíno é caracterizado quando largamos a prática desse pecado.
2ª) Deus não age por
pena, Ele age por princípios: Em situações difíceis nos temos convicção de
que Deus vai nos dar o livramento, mesmo estando fora da presença dEle, Ele
pode até fazer por graça, mas Deus se move por princípios.
3ª) Deus não
interfere no nosso livre arbítrio: Quando estamos fora do governo de Deus nós não somos filhos e sim criatura e a
bíblia ainda nos diz que somos inimigos de Deus. Com isso passamos a usufruir
das promessas de quem estamos sob o governo.
4ª) Deus abomina o
pecado:
Por mais que Deus tenha um grande amor por nós, Ele abomina o pecado, ele não
se aproxima do pecado, Ele se afastou do próprio filho (Jesus) quando este se
fez pecado por nós. Por isso não devemos encarar o pecado com naturalidade, o
pecado é sinônimo de morte. Ex: engrenagem e consciência divina
5ª) Deus se move
diante de nossas atitudes: Deus faz a parte dEle, a parte que cabe a Ele, nós
devemos fazer a nossa.
Conclusão: não adianta ficarmos
nos enganando achando que nosso Deus é bobo ou malvado, Deus é perfeito, é amor
e fogo consumidor, é misericordioso, mas é justo.
Segue o anexo:
Os atributos de Deus
Trindade: Deus existe eternamente como
três pessoas (Pai, Filho e Espírito Santo), cada pessoa é plenamente Deus, e
existe só um Deus. Todos os atributos divinos aplicam-se a cada pessoa da
Divindade (Mt.3:16,17; Mt.28:19; I Jo.5:7).
Independência: Deus é
um ser não causado e ninguém além d’Ele próprio sustenta Seu ser. Ele não
precisa de nós nem do restante da criação para nada, pois existe por si mesmo e
não depende de qualquer coisa externa a si próprio para existir (Jo.5:26;
At.17:28; Ap.4:11);
Eternidade: Deus
não tem princípio nem fim nem sucessão de momentos no Seu próprio ser, e
percebe todo o tempo com igual realismo. Ele criou o próprio tempo e, portanto,
é independente dele (Ex.3:14; Sl.90:2; II Pe.3:8);
Imutabilidade: Deus é
imutável no Seu ser, nas Suas perfeições, nos Seus propósitos e nas Suas
promessas. Deus não pode mudar porque é eterno e perfeito (Sl.102:25-27;
Ml.3:6; Tg.1:17; Sl.33:11; Nm.23:19);
Unidade: Deus
não está dividido em partes, mas percebemos atributos diversos enfatizados em
momentos diferentes. Não existe um atributo mais importante do que o outro (I
Jo.1:5; 4:16);
Espiritualidade: Deus é
espírito e, portanto, não tem corpo. Ele existe como ser que não é feito de
matéria e que não tem partes, formas ou dimensões (Jo.4:24; I Tm.1:17; Ex.
20:4-6; Dt.4:15-16). As passagens que atribuem a Deus partes corporais (II
Cr.16:9; Sl.91:1-4) devem ser entendidas em sentido figurado, pois são
antropomórficas;
Onipresença: Deus
está presente em todo lugar, estando envolvido na criação e na vida dos
indivíduos (Sl.139.7-10);
Onisciência: Deus
possui todo o conhecimento, o que significa que Ele conhece inclusive o futuro
e os nossos pensamentos (Jó 37.16; Sl.139.1-4; Is.46.10; Rm.11.33; Hb.4.13);
Onipotência: Deus pode fazer tudo aquilo que
deseja (Gn.17.1; Jó 42.2; Sl.115.3; Is.43.11-13; Mc.10.27). Ele não pode pecar
ou agir contra Sua própria natureza (Tg.1.13);
Amor: Deus é
amor, o que significa que Ele se doa eternamente aos outros (I Jo.4:8;
Jo.17:24). Deus ama a todos, mas não da mesma forma (Mt.5:45; Rm.8:35-39;
Rm.9:13);
Justiça: Deus
sempre age segundo o que é justo, e Ele mesmo é o parâmetro da justiça
(Dt.34:4; Gn.18:25; Is.30:18; Jr.9:24; At.17:31);
Ira: Deus
odeia intensamente todo o pecado e aqueles que o praticam (Rm.1:18; 9:22-23;
Jo.3:36). O cristão não deve temer a ira de Deus, visto que foi salvo dela pela
justiça de Cristo (Rm.5:9);
Vontade: Deus aprova e decide executar
todo ato necessário para a existência e para a atividade de si mesmo e de toda
a criação. A vontade de Deus envolve as escolhas divinas do que fazer e não
fazer (Mt.10:29; Ef.1:11; Ap.4:11; At.4:27-28; Tg.4:13-15). É dividida em
vontade secreta e vontade revelada (Dt.29:29). A vontade revelada refere-se a
tudo aquilo registrado na Bíblia, e a vontade secreta refere-se aos decretos
pelos quais Deus rege o mundo e determina tudo o que irá acontecer;
Santidade: Deus é
santo (I Sm.2.2; Sl.99; Is.40.25; Ap.15.4) em dois aspectos: transcendência e
pureza moral. A transcendência mostra como Deus está separado e é independente
do espaço e do tempo, não sendo limitado por eles (Is.57.15). A pureza moral
mostra como Deus está separado de tudo o que é pecaminoso (Lv.20.26; I
Pe.1.15,16).

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