quarta-feira, 23 de maio de 2012

Como Vencer as Tentações



Como Vencer as Tentações

O que é a tentação? A tentação é o que precede o pecado, a tentação é uma fraqueza que há em nós, é algo interno.
Como vencer as tentações?
De acordo com a última pergunta vamos aprender oito passos para vencermos as tentações:

1.            Saber que a origem da tentação está em você. (Tg 1.13-15)
Nós só somos tentados em nossa fraqueza, naquilo que já demos prova de que nos afasta de Deus.

2.            Saiba que você pode vencer todas as tentações que você enfrenta. (I Co 10.13)
Deus não permite com que passamos por aquilo que não possamos suportar. O apóstolo Paulo ainda diz que Deus nós dá a graça para passarmos pelas tentações.

3.            Saiba que há pessoas, coisas e lugar que proporciona sermos tentados. (Tm 2.22)
Devemos vigiar com quem andamos, o que vemos, o que escutamos e onde andamos

4.            Saiba confessar tentação para não confessar pecado.
Toda vez que confessamos tentações nós mandamos um recado para o mundo espiritual que não queremos pecar, além do fato do líder nos orientar.

5.            Saiba como controlar e vigiar pensamentos. (Fp 4.11)
Há um provérbio que diz: “Você não pode evitar que um pássaro pouse em sua cabeça, mas pode evitar que ele faça ninho”. Você talvez não possa evitar que venha um pensamento, mas você pode impedir com que ele se multiplique e se transforme em atitude.

6.            Saiba que a leitura diária da palavra, oração e jejum vão nos equipar para vencer a tentação.
Quando andamos em Espírito a carne é silenciada.

7.            Saiba consagrar a sua vida inteira ao Senhor.
Que seu livre arbítrio possa ser entregue ao Senhor.

8.            Saber nos rodear de testemunhas. (Hb 12.1)
O leão sempre ataca quem se destaca da manada.

Conclusão: Ninguém cai em pecado, há uma decisão no pecar. A tentação precede o pecado e o pecado gera morte.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Um Deus “moldado” por mim

Um Deus “moldado” por mim

Textos: (Tg.1:17) Imutabilidade: Deus é imutável no Seu ser, nas Suas perfeições, nos Seus propósitos e nas Suas promessas. Deus não pode mudar porque é eterno e perfeito.;

Ilustração: um sanduíche ou um restaurante self-service.

Nós temos servido a Deus de acordo com o nosso querer, temos submetido Deus a nossa vontade. Ele é imutável, os princípios já estão estabelecidos, se não nos submetemos em plenitude estamos vivendo um falso evangelho.
Veremos a seguir algumas verdades sobre Deus, onde implica que Deus não é um Deus moldável:

1ª) Deus nos perdoa quando nos arrependemos de verdade e de fato: Esse arrependimento genuíno é caracterizado quando largamos a prática desse pecado.

2ª) Deus não age por pena, Ele age por princípios: Em situações difíceis nos temos convicção de que Deus vai nos dar o livramento, mesmo estando fora da presença dEle, Ele pode até fazer por graça, mas Deus se move por princípios.

3ª) Deus não interfere no nosso livre arbítrio: Quando estamos fora do governo de Deus  nós não somos filhos e sim criatura e a bíblia ainda nos diz que somos inimigos de Deus. Com isso passamos a usufruir das promessas de quem estamos sob o governo.

4ª) Deus abomina o pecado: Por mais que Deus tenha um grande amor por nós, Ele abomina o pecado, ele não se aproxima do pecado, Ele se afastou do próprio filho (Jesus) quando este se fez pecado por nós. Por isso não devemos encarar o pecado com naturalidade, o pecado é sinônimo de morte. Ex: engrenagem e consciência divina

5ª) Deus se move diante de nossas atitudes: Deus faz a parte dEle, a parte que cabe a Ele, nós devemos fazer a nossa.

Conclusão: não adianta ficarmos nos enganando achando que nosso Deus é bobo ou malvado, Deus é perfeito, é amor e fogo consumidor, é misericordioso, mas é justo.

Segue o anexo:

Os atributos de Deus

Trindade: Deus existe eternamente como três pessoas (Pai, Filho e Espírito Santo), cada pessoa é plenamente Deus, e existe só um Deus. Todos os atributos divinos aplicam-se a cada pessoa da Divindade (Mt.3:16,17; Mt.28:19; I Jo.5:7).

Independência: Deus é um ser não causado e ninguém além d’Ele próprio sustenta Seu ser. Ele não precisa de nós nem do restante da criação para nada, pois existe por si mesmo e não depende de qualquer coisa externa a si próprio para existir (Jo.5:26; At.17:28; Ap.4:11);

Eternidade: Deus não tem princípio nem fim nem sucessão de momentos no Seu próprio ser, e percebe todo o tempo com igual realismo. Ele criou o próprio tempo e, portanto, é independente dele (Ex.3:14; Sl.90:2; II Pe.3:8);

Imutabilidade: Deus é imutável no Seu ser, nas Suas perfeições, nos Seus propósitos e nas Suas promessas. Deus não pode mudar porque é eterno e perfeito (Sl.102:25-27; Ml.3:6; Tg.1:17; Sl.33:11; Nm.23:19);

Unidade: Deus não está dividido em partes, mas percebemos atributos diversos enfatizados em momentos diferentes. Não existe um atributo mais importante do que o outro (I Jo.1:5; 4:16);

Espiritualidade: Deus é espírito e, portanto, não tem corpo. Ele existe como ser que não é feito de matéria e que não tem partes, formas ou dimensões (Jo.4:24; I Tm.1:17; Ex. 20:4-6; Dt.4:15-16). As passagens que atribuem a Deus partes corporais (II Cr.16:9; Sl.91:1-4) devem ser entendidas em sentido figurado, pois são antropomórficas;

Onipresença: Deus está presente em todo lugar, estando envolvido na criação e na vida dos indivíduos (Sl.139.7-10);

Onisciência: Deus possui todo o conhecimento, o que significa que Ele conhece inclusive o futuro e os nossos pensamentos (Jó 37.16; Sl.139.1-4; Is.46.10; Rm.11.33; Hb.4.13);

Onipotência: Deus pode fazer tudo aquilo que deseja (Gn.17.1; Jó 42.2; Sl.115.3; Is.43.11-13; Mc.10.27). Ele não pode pecar ou agir contra Sua própria natureza (Tg.1.13);

Amor: Deus é amor, o que significa que Ele se doa eternamente aos outros (I Jo.4:8; Jo.17:24). Deus ama a todos, mas não da mesma forma (Mt.5:45; Rm.8:35-39; Rm.9:13);

Justiça: Deus sempre age segundo o que é justo, e Ele mesmo é o parâmetro da justiça (Dt.34:4; Gn.18:25; Is.30:18; Jr.9:24; At.17:31);

Ira: Deus odeia intensamente todo o pecado e aqueles que o praticam (Rm.1:18; 9:22-23; Jo.3:36). O cristão não deve temer a ira de Deus, visto que foi salvo dela pela justiça de Cristo (Rm.5:9);

Vontade: Deus aprova e decide executar todo ato necessário para a existência e para a atividade de si mesmo e de toda a criação. A vontade de Deus envolve as escolhas divinas do que fazer e não fazer (Mt.10:29; Ef.1:11; Ap.4:11; At.4:27-28; Tg.4:13-15). É dividida em vontade secreta e vontade revelada (Dt.29:29). A vontade revelada refere-se a tudo aquilo registrado na Bíblia, e a vontade secreta refere-se aos decretos pelos quais Deus rege o mundo e determina tudo o que irá acontecer;

Santidade: Deus é santo (I Sm.2.2; Sl.99; Is.40.25; Ap.15.4) em dois aspectos: transcendência e pureza moral. A transcendência mostra como Deus está separado e é independente do espaço e do tempo, não sendo limitado por eles (Is.57.15). A pureza moral mostra como Deus está separado de tudo o que é pecaminoso (Lv.20.26; I Pe.1.15,16).



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Estando em Cristo












Estando em Cristo

                                                    (Ef 1:20-22)

O que de fato é estar em Cristo?
Hoje é muito fácil você ouvir as pessoas dizerem que tem Cristo, dizendo que o ama, dizendo que confia nEle e que está nEle, mas a vida dessas pessoas revelam que não é bem assim.
De acordo com o tema proposto vamos aprender o que de fato é estar em Cristo.

1 - Quem está em Cristo nova criatura é (II Co 5:17):
            É impossível eu dizer que estou em Cristo e continuar tendo as mesmas atitudes, ser nova criatura é ter Jesus como o personagem principal na história de sua vida. É viver na contramão do padrão estabelecido pelo mundo.

2 – Se estamos em Cristo estamos à cima das circunstâncias (Ef 1:20-22):
            Estamos à cima das dores, do medo, das aflições, das circunstancias, de principados e potestades. O diabo passa a ser figurinista na nossa vida, pois o diabo não pode nos atingir, se estamos em Cristo ele está de baixo de nossos pés.

3- Temos autoridade dada por Jesus (Lc 10:19,20):
            Em Cristo nós temos autoridade para pisar sobre serpentes e escorpiões e ainda temos autoridade sobre os espíritos malignos, eles têm que se submeter a nós.

4 – O propósito do Senhor estará claro para nós (Mt 28: 19-20):
            Não tem como eu estar no Senhor e não se tornar claro pra mim o propósito de Deus para minha vida. Pelo menos um deles eu posso te garantir que é o de amar incondicionalmente o seu próximo, e a maneira mais clara de você expressar esse amor é ganhando-a para Cristo. Não tem como meu amado, somos impulsionados a cumprir o seu propósito.

5 – Em Cristo somos mais que vencedores (Rm 8:37):
            A palavra de Deus é bem clara, em Cristo somos mais que vencedores, não diz apenas vencedores, mas mais que vencedores. Aleluia!
            Em Cristo nos foi concedida a salvação. Ser vencedor não quer dizer ser rico e estar longe das aflições, mas é você saber que não importa as circunstancias, não importa as investidas de satanás, a vitória já é nosso, garantida por Cristo na cruz do calvário.


Conclusão: Muitas pessoas estão padecendo por não entenderem quem é Jesus. Quando entendemos que quando estamos em Cristo estamos junto com Ele à cima de principados e potestades, passamos a confiar mais no senhor, nossa fé é expandida e passamos a conquistar o impossível, por que o Deus que nós servimos é o Deus do impossível e nEle nós tudo podemos. Aleluia!
            Temos que ter a clareza quem nós somos quando estamos em Cristo, nosso Senhor é muito mais do que uma pessoa que fica ouvido e respondendo ou não as nossas orações, nosso Senhor é Onisciente, Onipresente, o nosso senhor é o todo poderoso, não há limites pra Ele, Ele é nosso Pai e tem cuidado de nós e o plano que Ele tem pra sua vida vai se cumprir. Aleluia

A Ele toda honra, toda glória pelos séculos dos séculos! Amém!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pequei, e agora?


Pequei, e agora?
Infelizmente todos nós estamos passivos a pecarmos, todos nós, embora não devermos e tenhamos que lutar sempre contra ele. Mas caso venhamos a pecar, qual deve ser nossa postura, como devemos nos portar após a consumação do pecado?


1 – Não devemos banalizar o pecado (Rm 6:23):
               O salário do pecado é a morte.
         O diabo veio pra roubar, matar e destruir, e sua principal ferramenta para cumprir seu propósito é o pecado.
            Quando pecamos é como se o diabo colocasse cordas em nós para nos transformar em marionetes.

2 – Devemos ter clareza do que está acontecendo (Rm 12:2):
            Você tem que compreender que no momento que você comete o pecado é como se você tivesse pegado um vírus, começa a desencadear uma série de processos em sua mente, onde o objetivo é danificar os seus sentidos espirituais como: audição, visão e outros.
            Você vai passar a não sentir vontade de estar na presença de Deus, aliás, você não vai se sentir à vontade onde tem a presença de Deus.
            Você vai querer se distanciar dos “crentes” e vai ser massacrado por um sentimento de culpa.
·         Te restará três opções após ter sido consumado o pecado:
1.        Se arrepender e pedir perdão (Sl 51:17);
2.            Pode continuar pecando e agindo como nada tivesse acontecendo (Ap 3:15-16);
3.            Desviar de vez (Sl 9:17, Gl 5:19-21, Ap 21:8).

3 – Sugiro que devemos nos arrepender e pedir perdão (Sl 51:17):
            Muita gente confunde o arrependimento com lamento. Arrependimento é quando não voltamos mais a cometer o mesmo pecado e lamento é quando até choramos, pedimos perdão, mas voltamos ao pecado.
            Devemos pedir perdão a Deus com o coração quebrantado e arrependido de fato e Deus não resistirá.

Conclusão: Não devemos pecar, mas caso peque não haja como um tolo e cumpra o propósito do diabo para sua vida, abras seus olhos, peça graça a Deus e siga em frente que Deus já te fez mais que vencedor!